Saint-Gobain sofre Poderoso ciberataque de hackers que exigem pagamento de “resgate” para devolver dados da empresa

Os hackers voltaram a colocar em xeque empresas, bancos e instituições de todo o mundo. Nesta terça-feira, dezenas de empresas e organizações em vários países foram vítimas de um poderoso ciberataque ransomware, um sequestro de dados. As mais afetadas pelo ataque estão na Ucrânia, Rússia, Reino Unido e Índia, de acordo com a agência governamental da Suíça. Também empresas da Itália, Polônia, Alemanha e Estados Unidos foram atingidas pelos piratas, que usaram um sistema muito semelhante ao que infectou um mês atrás cerca de 300.000 computadores em todo o mundo, e que pedem um pagamento de 300 dólares (cerca de 1.000 reais) por meio do bitcoin para libertá-los.

O vírus é um ransomware baseado em uma tecnologia roubada da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) e depois vazada como denúncia pelo grupo Shadow Brokers. Afeta computadores que usam o sistema Windows. O laboratório da gigante russa em segurança informática Kaspersky diz que é um novo vírus, nunca visto antes.

Depois de abalar empresas ucranianas e o grupo petrolífero russo Rosneft, o ataque afetava a companhia de transporte marítimo dinamarquesa Maersk, a gigante de publicidade britânica WPP e o fabricante francês Saint-Gobain, de acordo com as três empresas, que indicaram que seus sistemas informáticos tiveram de ser protegidos para evitar possível perda de dados.

Também empresas da Itália, Polônia, Alemanha e Estados Unidos foram atingidas pelos piratas, que “sequestraram” os dados das empresas e pedem um pagamento de 300 dólares (cerca de 1.000 reais) por meio do bitcoin (moeda digital) para libertá-los.

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